quarta-feira, 21 de março de 2007

O INFILTRADO


Começo a dar razão à opinião popular, na identificação de hábitos e costumes k insistem em prevalecer, herdados pela ditadura, e tenho verificado k se “passeiam” muitos “Salazares” por este país, e o grave é k ocupam lugares “chave” nas organizações - estão dispostos a tudo pela manutenção do poder - mas estes são evidentes, as suas acções são reveladoras das sua ideologias, estão em destake!!…os k me preocupam são os “ascendentes”, que vivem na sombra, camuflados, e aguardam ansiosos por um lugar de destake.

Trabalham lado a lado comigo, com eles partilho a mesa ao pekeno almoço, almoço e em conversas abertas, como consequência da sua presença habitual, aliás passo + tempo com eles do k com a família. São os próprios a incentivar a critica aos colegas e promovem a discussão de forma a reter informação para mais tarde reproduzirem, na integra, ao “Salazar”, isto já parece a PIDE (numa versão soft, mas só porque não torturam fisicamente).

Não perdoam um deslize, uma interpretação mal feita, uma explicação mal dada pouco importa o k interessa é ter matéria para reproduzir ao chefe, e é o mínimo para ser a personagem principal e tema da próxima conversa fascista entre o Salazar e a sua polícia.

Tenho vários nomes para qualificar estes “répteis”, lembro.me agora de chibos, lambe-botas, informadores e, esta encaixava.se nos meus tempos de primária...os keixinhas , mas vou apelidá-los, como educado k sou, de INFILTRADOS.

Os infiltrados são muito bem vistos pelos chefes, e as informações k “vomitam” valem ouro, são sempre tomadas em conta e funcionam como estímulo para qualquer decisão posterior. São os infiltrados que influenciam, junto do chefe, a avaliação dos próprios colegas e promoções ou não destes.

O último alvo conhecido foi um grupo de trabalho com óptimo ambiente, motivado e onde era visível a empatia entre as pessoas, mas durou pouco…foi "fuzilado"com frieza, de um dia para o outro, e os infiltrados contribuíram para isso, talvez por não suportarem um bom ambiente de trabalho do qual se sentiam excluídos. Não sei o k o motivou, será k representava uma ameaça…realmente não sei, mas agiram proactivamente e evitaram qualquer comportamento indesejado, a intenção foi separar grupos unidos e formar novos sub-grupo formados por pessoas sem qualquer ligação.

Não sei se os infiltrados tiveram treino especifico ou não, sei k são todos muito simpáticos e estão sempre disponíveis para tudo...a intenção é ganhar a confiança das pessoas e a inserção no grupo. Só vivem para arrasar qualquer ameaça e veneram o seu Deus - "O SALAZAR"…é k passam a vida a "rezar.lhe" ao ouvido.

3 comentários:

Anónimo disse...

Altamente. A ditadura antiga era visivel para todos- implacável, mas sabia-se quem era o opressor. Hoje, como distingui-lo? Se somos nós, no dia a dia, que nos vigiamos e atropelamos, como poderemos viver em paz? Ainda bem que alguém se sente o suficiente para recusar isso.

Anónimo disse...

Tb tenho um nome para essa gente... Reptéis asquerosos!!! Não passam de seres rastejantes, venenosos, cujas vidas insípidas não lhes augura grande dignidade para o futuro.

Anónimo disse...

não tenho palavras é isso mesmo ,essas cobras que andam por ai tem de acabar.